"𝓔, 𝓵𝓲𝓫𝓮𝓻𝓽𝓪𝓭𝓸𝓼 𝓭𝓸 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸, 𝓯𝓸𝓼𝓽𝓮𝓼 𝓯𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓼𝓮𝓻𝓿𝓸𝓼 𝓭𝓪 𝓳𝓾𝓼𝓽𝓲𝓬̧𝓪". 𝓡𝓶 6:18

Devocionais EBD

A nação de Judá precisava colher o que plantou.

Gálatas 6:7
 “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”.

Quem diz ser nascido de novo e seguidor de Cristo e que têm o Espírito Santo, mas ao mesmo tempo deliberadamente semeia na carne, satisfazendo seus desejos pecaminosos, é culpado de zombar de Deus e de desprezá-Lo. Que ninguém se engane: tal pessoa não ceifará “a vida eterna”, mas a “corrupção” e a morte eterna – “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”.

O Senhor, no monte Sinai, fez uma aliança com os israelitas. As promessas de Deus eram basicamente as mesmas que foram feitas a Abraão. Deus prometeu que lhes daria a terra de Canaã depois de libertá-los da escravidão no Egito e que Ele seria o seu Deus e que os adotaria como o seu povo. O alvo supremo de Deus era trazer ao mundo o Salvador através do povo do concerto.

Antes de Deus cumprir todas essas promessas, Ele requereu que os israelitas se comprometessem a observar as suas leis declaradas quando eles estavam acampados no monte Sinai. Depois de Deus revelar os dez mandamentos e muitas outras leis do concerto, os israelitas juraram a uma só voz – “Todas as palavras que o SENHOR tem falado faremos”. Sem essa promessa solene de aceitarem as normas da lei de Deus, o concerto entre eles e o Senhor não teria sido confirmado. Ou seja, um concerto só é válido quando ambas as partes concordam com os termos estabelecidos – Deus propôs Seus termos e Israel aceitou e, com isso, Israel tornou-se responsável pelas palavras proferidas.

Deus não esperava de seu povo uma obediência perfeita, e sim uma obediência sincera e firme. O concerto já reconhecia que, às vezes, devido às fraquezas da natureza humana, eles fracassariam. Para remi-los da culpa do pecado e reconciliá-los consigo mesmo, Deus proveu o sistema geral de sacrifícios e, em especial, o Dia Anual da Expiação. O povo podia, assim, confessar seus pecados, oferecer os diversos sacrifícios, e deste modo reconciliar-se com o seu Senhor. Todavia, Deus julgaria severamente os desobedientes, a rebeldia e a apostasia deliberada.

Diante do que expusemos, podemos falar com toda convicção de que Deus não fará “vista grossa” para o pecado de ninguém, seja crente ou não. A ‘lei da semeadura’ não se aplica apenas nas questões da nossa vida secular, ela se aplica nas questões espirituais também. Aquilo que temos cultivado é, sem dúvida, o que ceifaremos. Sendo assim, antes de reclamarmos com o Senhor de alguma ‘perseguição’ que estejamos sofrendo ou alguma calamidade que se nos abateu, examinemos cuidadosamente se não estamos colhendo o que temos semeado.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.
– Bíblia de Estudo NAA.

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Erivelton Figueiredo

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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